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Agronegócio, a locomotiva do PIB brasileiro

Conheça as particularidades do atendimento jurídico a esse setor na série da ABA sobre os Ramos da Economia 

A importância do agronegócio para a economia brasileira ultrapassa divisas regionais e alcança importantes mercados internacionais. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o setor representa 25% do PIB nacional, com significativa alta registrada em 2019.

Esse protagonismo se faz sentir no trabalho da Andersen Ballão Advocacia, visto que as empresas produtoras de insumos agrícolas ou fornecedoras do ramo (produtoras de vacinas, suplementos para ração, entre outras) estão entre as três principais áreas de atendimento do escritório, ao lado de Óleo & Gás e Tecnologia.

Apesar de os parceiros do ramo agrícola comumente estarem localizados no interior do país, essa distância é reduzida pelas viagens constantes dos advogados especialistas da ABA e pelo próprio estilo de atendimento próximo do cliente, marca registrada do escritório desde sua criação em 1979.

Entre os trabalhos requisitados com frequência estão contratos elaborados para distribuição e representação comercial, operações de compra e venda de ações, assessoria sobre organização societária, entre outros. “As demandas são variadas porque as empresas que a ABA atende são mesmo muito diversificadas”, explica a sócia-coordenadora do Departamento Corporativo da ABA, Natália Zanelatto.

Especialista no ramo com vários anos de experiência, ela lembra que diversas empresas entre os clientes do escritório são controladas por empresas estrangeiras, o que significa um nível de compliance interno elevado. Já outras são negócios familiares que exigem um atendimento bastante próximo dos contatos.

Outra característica constante do trabalho do escritório, seja para a área do agronegócio ou outras, é privilegiar a aplicação da técnica mais adequada, e não apenas analisar as teorias jurídicas relacionadas.

“Estamos capacitados para atuar conforme a necessidade do setor, o que inclui a mediação e arbitragem, demandas do comércio exterior, entre outras”, explica a advogada.