Artigos e Publicações

A responsabilidade social das empresas durante a pandemia: o exemplo portuário

A responsabilidade social das empresas durante a pandemia: o exemplo portuário

Publicado em 5 de agosto de 2020

Operadores portuários e Órgãos Gestores de mão de obra cumprem relevante papel social neste momento de pandemia

O setor portuário, incluído no rol das atividades essenciais, tem se mostrado resiliente e atuado com responsabilidade social no enfrentamento da COVID-19. No Paraná, além das medidas governamentais, que incluíram triagens no acesso ao cais e ao pátio de descarga de grãos, medições de temperatura constantes e desinfecção diária dos prédios, as ações praticadas pela iniciativa privada têm assumido importância e destaque.

“Neste momento, em que o mundo absorve e gerencia os impactos da pandemia, as empresas exercem um papel diferenciador, não só na condução dos negócios, mas de intensa preocupação social”, analisa a advogada trabalhista Silvana Alves, coordenadora do escritório da Andersen Ballão Advocacia em Paranaguá.

Conforme toda a equipe tem constatado, o OGMO/Paranaguá e os Operadores Portuários têm otimizado recursos no exercício de suas atividades essenciais e ampliado seus modelos de gestão para buscar atender as principais necessidades da sociedade local, além do efetivo cumprimento das normas de segurança, prevenção e das devidas orientações aos trabalhadores portuários avulsos.

Comunidade portuária realiza campanhas

Alguns exemplos são as campanhas da TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá S.A. e da Rocha Terminais Portuários e Logística. Ambos doaram materiais de insumos, equipamentos para exames e higienização, além de folders educativos para o Hospital Regional de Paranaguá, que atende todo o Litoral do Paraná e a comunidade portuária.

E o OGMO/Paranaguá criou campanhas solidárias para arrecadação e fornecimento de cestas básicas para as famílias em situação de vulnerabilidade financeira em razão da pandemia.

“Todos esses programas são cruciais para aos trabalhadores que atuam na faixa portuária e para a comunidade local”, pontua Silvana. “Seguir com a gestão participativa possibilita a superação das adversidades sociais que a pandemia impõe, inclusive quanto à geração de empregos e renda que o setor portuário continua a promover.”

 

Comunicação Andersen Ballão Advocacia

Matérias Relacionadas

A COVID-19 é doença ocupacional ou não? Como renegociar contratos empresariais na pandemia? Descubra nos webinars da ABA de outubro

A COVID-19 é doença ocupacional ou não? Como renegociar contratos…

Advogados trazem temas que preocupam empresas em todo o país e que tendem a gerar consequências de longo prazo   Após o sucesso da primeira…

Leia mais
Com adesão ao programa de empoderamento feminino da ONU (WEPs), ABA fomenta igualdade de gênero

Com adesão ao programa de empoderamento feminino da ONU (WEPs),…

Andersen Ballão é o primeiro escritório de advocacia signatário em Curitiba   A Andersen Ballão Advocacia formalizou sua adesão ao programa da ONU sobre princípios…

Leia mais
Setor automotivo conta com expertise e sinergia de todos os departamentos da ABA

Setor automotivo conta com expertise e sinergia de todos os…

Necessidades jurídicas de fabricantes de componentes automotivos incluem áreas trabalhista, tributária, regulatória, contratual, corporativa e litigiosa cível   O setor automotivo representa cerca de 5%…

Leia mais