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Novas regras de marketing jurídico devem ser usadas para difundir conteúdo relevante

Novas regras de marketing jurídico devem ser usadas para difundir conteúdo relevante

Publicado em 29 de setembro de 2021

Andersen Ballão Advocacia atualiza práticas para garantir uma comunicação democrática e informativa

 

Trazer informações embasadas, atuais e de interesse público é também um serviço prestado por escritórios de advocacia em todo o mundo. Afinal, seus integrantes estão em contato com a notícia jurídica em tempo real, aptos a comentar e opinar sobre decisões nos mais variados temas, dentro do contexto democrático.

Com o objetivo de primar pela manutenção da livre competição e da ética na profissão, os limites do marketing jurídico são regulados pela OAB. Em julho deste ano, o Provimento de Publicidade nº 94/2000 foi revogado, tendo sido aprovado o Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da Ordem, o que atualiza a matéria consideravelmente. As bases de sustentação do novo provimento estão no artigo 39 do Código de Ética e Disciplina, e vieram a efeito após intenso debate e muitas pesquisas.

As mudanças em curso para divulgações nas redes sociais de escritórios de advocacia são o foco de estudo de diversos integrantes da Andersen Ballão Advocacia, como forma de garantir a difusão de informação de qualidade e pertinência a toda a sociedade. “As novas normas abrem oportunidades para os escritórios se comunicarem e construírem as suas reputações por meio de temas de interesse público. É, inclusive, uma forma de oferecer esclarecimento e combater as fake news, por meio de informações precisas, vindas de especialistas do setor”, avalia o advogado Rafael Filippin.

“É preciso saber usar a comunicação de forma estratégica e integrada. O novo provimento traz normas claras e condizentes com a atualidade, muito mais conectada e sedenta de informações verídicas e seguras. Esse é um grande avanço, acelerado pelas mudanças oriundas da pandemia”, completa Silvana Piñeiro, diretora da Smartcom Inteligência em Comunicação e especialista em marketing jurídico, que trabalha com escritórios de advocacia de todo o Brasil há 10 anos.

Rafael Filippin conta que já viu diversos casos de colegas representados em tribunais de ética por causa de práticas comunicativas. “Existia um tabu de que advogados não deveriam divulgar o seu trabalho, mas isso já mudou. O que faltava ainda era um padrão, para que os profissionais tivessem segurança ao se comunicar. O novo provimento parece resolver esse problema”, finaliza o advogado.

Entre as mudanças realizadas, a que motivou maior discussão é a permissão para realizar anúncios em plataformas como Facebook Ads e Google Ads. Ainda deverá haver a inclusão de uma limitação de valor para o patrocínio desses posts, a ser inserida no anexo da norma. “Sem dúvida, a possibilidade de patrocínio é um grande avanço para a visibilidade dos escritórios e profissionais em meio digital, desde que não haja a mercantilização do serviço”, avalia Silvana.

Comunicação Andersen Ballão Advocacia

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