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Uma história de causas nobres

Uma história de causas nobres

Publicado em 12 de fevereiro de 2020

No terceiro capítulo da série sobre os 40 anos da ABA, descubra as origens de uma vida entre as artes, o direito e as causas sociais

A história e o legado do “norueguês caboclo” Alfredo Andersen sempre fizeram parte da vida do advogado Wilson José Andersen Ballão, bisneto do renomado artista que ficou conhecido como o “pai da pintura paranaense”. Mesmo tendo optado pelo Direito como carreira, o Dr. Ballão sempre foi um entusiasta das artes.

E foi assim, de forma natural, que, em 2014, criou-se na ABA um departamento cultural, que mais tarde viria a se tornar o Departamento de Assuntos Culturais e Terceiro Setor.

Hoje, além do Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA) e da Sociedade de Amigos de Alfredo Andersen (SAAA), o departamento atende também a Orquestra Sinfônica do Paraná, por meio de seu instituto de apoio (IAOSP), que assim como a SAAA é presidido pelo Dr. Ballão.

Ao “mundo das artes” veio juntar-se a causa social. O Instituto Princesa Benedikte (IPB) atende crianças em estado de vulnerabilidade, tendo na pessoa do Dr. Ballão o seu principal dirigente. (Leia na seção de Terceiro Setor sobre a inauguração da nova sede do IPB por sua patrona, Sua Alteza Real a Princesa Benedikte da Dinamarca.)

O Departamento de Assuntos Culturais e Terceiro Setor da ABA atende também às consultas e projetos provenientes dos clientes da Andersen Ballão Advocacia, e é coordenado pela advogada Marcella Souza Carvalho, especialista em Direitos Culturais e Terceiro Setor, envolvida também no universo artístico.

Mais história

A sede da ABA situa-se em um antigo casarão, da Avenida Jaime Reis, próximo às Ruínas de São Francisco. A casa sempre fez parte das memórias infantis do advogado. Após quatro anos de negociações, finalmente, em 2003, deu-se a mudança da ABA para o atual endereço.

Quem hoje vê o imóvel não imagina o enorme restauro necessário para recuperar e adequar a casa ao uso pretendido. Durante seis meses, o Dr. Ballão acompanhou pessoalmente os trabalhos. Foram visitas diárias, pela manhã e à tarde, para que tudo saísse a seu gosto.

Passaram-se 15 anos até o advogado descobrir a razão de seu “namoro” com a casa: o imóvel contíguo, onde hoje é a galeria de arte Um Lugar ao Sol, foi construído em 1893 por seu bisavô materno, o italiano Filipo Lombardi, que lá morou até seu falecimento, em 1925.

Em 2008, a sede já não comportava o número de advogados, estagiários e funcionários. E assim a ABA se expandiu, instalando-se em vários imóveis do quarteirão.

No final de 2016, com um projeto arquitetônico moderno e funcional, foi inaugurado um novo prédio de 1 mil m2 para comportar 100 postos de trabalho. No telhado, foram instalados 48 painéis fotovoltaicos, gerando 40% da energia consumida no escritório. E na fachada, uma imensa parede verde se levanta, encantando os transeuntes do Centro Histórico de Curitiba.

Não perca o último capítulo da série em novembro!

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