Recomendações para 2021 incluem colaboração, sustentabilidade e cautela
Publicado em 27/01/2021
Novas redações de contrato, perspectiva de aumento no quadro de empregados e retomada gradual são algumas das tendências
Com o retorno gradual das atividades presenciais e a esperada recuperação da economia mundial, a tomada de decisões para o ano de 2021 requer entendimento profundo da nova realidade e experiência para traçar perspectivas realistas.
Como escritório, a Andersen Ballão Advocacia permanece em seu papel de parceiro e consultor jurídico no planejamento das diversas esferas de trabalho de nossos clientes. Um exemplo é o campo tributário, área que exige conhecimento detalhado e atualizado da legislação, e em que houve julgamentos importantes ao longo de 2020. Conforme balanço do Departamento Tributário da ABA, até setembro de 2020, a Fazenda Nacional venceu 31 dos 37 julgamentos tributários no STF. O resultado foi em parte influenciado pelo modelo das sessões online.
No ramo trabalhista, espera-se uma alta nas contratações de empregados no ano. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 44% das empresas brasileiras pretendem aumentar o quadro de colaboradores em 2021 e apenas 9% têm intenções de demitir. Ainda segundo o estudo Agenda 2021, 60% dos empresários acreditam que a atividade econômica do Brasil vai ficar igual ou superior ao que era antes da pandemia da covid-19.
“Tudo isso significa alta nas demandas jurídicas, e estamos preparados para o novo quadro”, conta o gerente jurídico da ABA, Gil Justen Santana. “Nossa equipe conseguiu adaptar-se rapidamente às exigências de 2020, e agora as perspectivas são positivas com a previsão de chegada das vacinas.”
Com o surgimento de novidades em todas as áreas, cada empresa tem se adaptado de acordo com seu campo de atuação. “As práticas de negociação e os próprios valores estão em transição, assim como a rotina interna das empresas, e vários questionamentos jurídicos surgem nesse momento.”
Para o gerente da ABA, o mais provável é não voltarmos ao cenário anterior à pandemia, e sim entrarmos em um terceiro momento, com a pandemia sob controle, em uma nova economia, muito mais digitalizada, mas também mais apta a promover colaborações e parcerias.
Outras necessidades da atualidade incluem revisões de contrato, algo que tem ocorrido desde o início da pandemia, e previsões mais realistas em contratos novos, que preveem os reflexos da nova economia e instabilidades futuras.
Nas questões regulatórias, as perspectivas de novos investimentos sustentáveis são fortes, até mesmo pelo alinhamento do novo governo norte-americano com as questões ambientais.
“Todas as novas tendências trazem impactos aos contratos que estão sendo firmados”, lembra Justen. Sobretudo, recomenda-se cautela e estudo aprofundado antes da celebração de novos negócios, especialmente em razão do novo cenário.
Desejamos um ano excelente, de muitas realizações, mas também reflexões transformadoras a todos!
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