Artigos e Publicações

Cultura vive retomada e busca diálogo com a sociedade civil

Publicado em 01/09/2023

Ações governamentais impulsionam o importante momento que o país vem vivenciando e abre espaço para apoio das empresas ao terceiro setor

As boas previsões para a área cultural estão se confirmando, após período complicado de pandemia e falta de um olhar estatal.  Aos poucos, ações como a volta do Ministério da Cultura (MinC), atualizações nas regras da Lei Rouanet, retomada dos editais da Funarte e a recém-criada Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) reforçam a vontade do setor de recuperar o tempo perdido.

Uma das ações realizadas recentemente foi o Encontro Nacional de Gestores da Cultura, com o objetivo de promover o diálogo e o acesso a iniciativas de fomento   voltadas para gestores municipais, estaduais e federais. Existem boas perspectivas de incentivo com a regulamentação e implementação das leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc.

Esse momento singular reabre também o diálogo das empresas com o setor cultural. Com o fomento a novos projetos e o fortalecimento na produção cultural do país, e com segurança de um mínimo de manutenção e continuidade, tem-se um aumento também do interesse do público em geral. “Consequentemente, as empresas terão um maior leque de escolha de projetos para apoiar, podendo selecionar qual deles melhor se associa à sua marca”, avalia Marcella Souza Carvalho, advogada coordenadora do Departamento de Assuntos Culturais e Terceiro Setor da Andersen Ballão Advocacia.

Lembre-se que são muitos os benefícios para as empresas que apoiam projetos culturais, como por exemplo ter sua marca fortalecida quanto à responsabilidade social, promover ações que vão ao encontro de práticas ESG de governança e sustentabilidade, além de benefícios de ordem subjetiva, como a motivação dos funcionários, colaboradores e parceiros. “Também existem os benefícios fiscais, bem como possíveis contrapartidas      dos projetos aos patrocinadores culturais”, ressalta a advogada.

Empresas interessadas em apoiar projetos culturais, podem entrar em contato com o Departamento de Assuntos Culturais da Andersen Ballão Advocacia que receberá todo o suporte necessário.

Matérias Relacionadas

Mesmo sem fins lucrativos, OSCs podem ter atividade econômica

Trabalhar em benefício de um grupo ou causa não precisa excluir a geração de receita para entidades do terceiro setor  Assim como qualquer empresa ou…

Leia mais

Filantropia empresarial anda na contramão da riqueza no Brasil

País ocupa a 122ª posição no índice de doação da iniciativa privada mundial, contradizendo a realidade dos EUA e Europa O Brasil se encontra entre…

Leia mais

Terceiro Setor representa 4,27% do PIB brasileiro

Organizações também empregam mais de 6 milhões de pessoas no país Quando pensamos em Terceiro Setor no Brasil, estamos falando de mais de 815 mil…

Leia mais